Curtir Twittar Publicado em | Capelania

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Parece estranho que num País considerado o berço da hospitalidade a igreja cristã brasileira ainda não tenha como uma de suas linhas de frente missionária a Capelania Adventícia, quando a Bíblia nos leva a ser acolhedores com os forasteiros.

“Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui ESTRANGEIRO, e vocês me ACOLHERAM” (Mt 25:35).

No Antigo Testamento existem razões suficientes a que sejamos hospitaleiros com os forasteiros, estrangeiros e imigrantes. Por que a igreja ainda não atentou para este imprescindível ministério eclesiástico se no Novo Testamento as razões são intensificadas por Jesus Cristo?

Observamos que na Genealogia do Senhor Jesus há pessoas advindas de outras nacionalidades, como Raabe (provavelmente Cananeia) e Rute (moabita). Calebe, por exemplo, era quenezeu (Nm 32.12 e Gn 15:19).

“Não oprima o estrangeiro. Vocês sabem o que é ser estrangeiro, pois foram estrangeiros no Egito” (Êx 23:9).

Assim como os imigrantes, que às vezes procuram vida nova em solo brasileiro e oportunidades de emprego, os refugiados procuram sobre tudo por paz. Embora os grupos sejam diferentes por razões obvias ambos precisam adaptar-se à nova realidade cultural, socioeconômica, climática, legislativa e religiosa.

Muitos vivem no Brasil ilegalmente aguardando regularidade documental, e por esta razão vivem, transitoriamente, de forma clandestina, ou seja, impedidos de trabalhar com registro em carteira profissional e por consequência usufruir das normas da CLT; conquistar a carteira nacional de habilitação; contrair casamento, e até mesmo abrir e gerir conta bancária, entre outros negócios.

Ter uma assistência espiritual é, sem dúvida, uma das coisas mais importantes para estes grupos, independente de suas crenças, visto que, a atividade Capelâmica não está presa ao proselitismo “… um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos” (Ef 4:6). Desta maneira, a Capelania Adventícia acolhe o estrangeiro como um ministério de integração social.

É importante que se diga também que aprendemos muito com as experiências e as culturas dos nossos irmãos estrangeiros. Assim como lhes apresentamos as Águas da Fonte da Vida eles nos ensinam a vislumbrar suas pitorescas origens.

“Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus…” (Ef. 2:19).

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